sexta-feira, 7 de abril de 2017

COBAP É CONDECORADA.



COBAP É CONDECORADA PELA SOCIEDADE BRASILEIRA
DE EDUCAÇÃO COM PRÊMIO QUALITY.




Homenagem é fruto de sua contribuição ao desenvolvimento socioeconômico.
A Sociedade Brasileira de Educação e Integração condecorou a COBAP com o Prêmio Quality, em reconhecimento a contribuição da entidade com o desenvolvimento socioeconômico do País.
A solenidade de entrega da comenda ocorreu em São Paulo no dia 25 de março. Nesta data, o presidente Warley Martins não pode estar presente, recebendo o prêmio somente hoje em Brasília.
Agora, a COBAP está certificada a chancelar seus produtos e serviços com o Selo Quality, que é sinônimo de seriedade e ética. 
"Divido essa honraria com todos os dirigentes da Confederação, das federações estaduais e das entidades de base, como também com os funcionários que trabalham duro para melhoria do atendimento aos nossos milhares de sócios", agradeceu o líder Warley.
Gugu Liberato, Luciano Huck, Volkswagen, Nestlé, Embratel e Grupo Pão de Açúcar também ostentam o mesmo certificado de excelência.
Por Richard Casal

quarta-feira, 5 de abril de 2017

CUIDADO; CRÉDITO CONSIGNADO.

CRÉDITO CONSIGNADO COM FGTS COMO GARANTIA É LIBERADO.

A Caixa Econômica Federal divulgou ontem as regras que permitem o uso FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) como garantia para o empréstimo consignado dos trabalhadores.
Ainda não é possível encontrar essa modalidade de crédito, mas empresas e bancos já podem fazer convênios.
Assim como o consignado tradicional, as parcelas do empréstimo serão descontadas da folha de pagamento do trabalhador, porém, ele poderá dar como garantia até 10% do valor disponível no fundo e o total da multa de 40% do FGTS que terá direito a receber se for demitido por justa causa.
Segundo a Caixa, para poder pedir essa modalidade de crédito, o trabalhador terá que ter conta ativa no FGTS, ou seja, estar empregado com carteira assinada.

Vanessa Sarzedas do Agora


A RETA VEM AÍ.


GOVERNO APROVA TRABALHO POR HORA PARA APOSENTADO.

O governo discute uma lei para estimular a criação de empregos para aposentados com 60 anos de idade ou mais.
Para isso, as empresas teriam permissão para contratar esses idosos por hora, sem fazer os recolhimentos de INSS e Fundo de Garantia.
O projeto, chamado Reta (Regime Especial para o Trabalhador Aposentado), está em estudo na Casa Civil.
O idoso contratado pelo Reta teria carga horária máxima de oito horas por dia e de 25 horas por semana.
Clayton Castelani do Agora


segunda-feira, 3 de abril de 2017

PAULO PAIM: REFORMA PREVIDENCIA.



PAULO PAIM:
REFORMA PREVIDENCIÁRIA É INJUSTA, INCONSEQUENTE E CRIMINOS.

Em visita à Assembleia Legislativa na manhã desta segunda-feira (3) para debater as reformas da Previdência Social e trabalhista, o senador Paulo Paim (PT-RS) não poupou palavras ao comentar as duas iniciativas, atualmente em análise no Congresso Nacional. Para ele, as propostas não levam em conta a realidade social do país e, pelas suas complexidades, não deveriam ter sido promovidas por um governo de caráter provisório, como o de Michel Temer.
Em uma breve entrevista coletiva dada à imprensa momentos antes do início de uma audiência pública, ele afirmou que, ao estabelecer a idade mínima de 65 anos para a obtenção da aposentadoria com 49 anos de contribuição para ter direito ao benefício de forma integral, o governo não leva em consideração fatores como o nível médio de desemprego no país ou as dificuldades de acesso ao mercado de trabalho. “É sabido que a grande maioria de pessoas não consegue se manter empregada e contribuindo de forma contínua ao longo de sua vidas profissionais. E se estudarem, se forem se capacitar um pouco mais e demorarem a entrar no mercado de trabalho, só vão conseguir se aposentar após os 80 anos de idade.”
Além disso, afirmou o senador, o texto, que tramita sob a forma da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 287/2016, também falha ao incluir segmentos como policiais, mulheres e trabalhadores rurais, cujas excepcionalidades no acesso à Previdência Social foram garantidas pela Constituição de 1998 em função da periculosidade ou intensidade das jornadas de trabalho. “Por tudo isso, esta é uma proposta irresponsável, inconsequente e criminosa, que prejudica os mais vulneráveis”, disse.
Revogação da Lei Áurea
Paim também se posicionou de forma contrária às mudanças na área trabalhista, propostas pelo governo por meio do Projeto de Lei (PL) 6.787/2016.
Caso seja aprovado, disse, o texto mexerá em direitos como décimo terceiro salário, férias, FGTS e licenças maternidade e paternidade. “Tudo isso será coisa do passado. Além disso, o salário vai ser pago por hora trabalhada, você não vai ter direito a nada, preste atenção no que eu estou dizendo. Por isso dizemos que esta também é uma reforma bandida, pois praticamente revoga a Lei Áurea.”
Outro ponto do projeto criticado pelo parlamentar é a prevalência do negociado sobre o legislado, ou seja, de que as convenções e os acordos coletivos acertados entre patrões e empregados passem a prevalecer sobre a legislação trabalhista. “Temos hoje 40 milhões de pessoas com Carteira [de Trabalho] assinada no país. Vejam, essa é a dimensão dos que devem ser afetados por esta medida.”
Paim também questionou a legitimidade de Michel Temer em propor alterações tão profundas durante o seu mandato. “Este é um governo provisório, que está atuando de forma transitória e não tem legitimidade junto ao povo para promover temas desta complexidade, que são verdadeiros crimes de Lesa Pátria. Mas ainda há tempo e ele pode recuar.”
Independentemente da possibilidade de Temer voltar atrás, Paim disse acreditar que os projetos não passarão pelo Congresso Nacional pela impopularidade entre os parlamentares. “Há divergências entre praticamente todas as bancadas partidárias e algumas siglas como o PT, PSB, PSOL, PDT e PCdoB já fecharam questão contra as reformas.”
 Senador Paulo Paim

03/04/2017
FOTO: Eduardo G. de Oliveira/Agência AL
Alexandre Back
Agência AL