quinta-feira, 1 de setembro de 2011

CONVÊNIO PARA APOSENTADOS PENSIONISTAS E IDOSOS

Representantes da Diretoria da FETAPERGS e de diversas associações filiadas foram recebidas pelo Governador do Estado, Tarso Genro, em 31 de agosto, no Palácio Piratini, em Porto Alegre.

O motivo do encontro foi a entrega oficial da minuta de um projeto para implantação de ações de valorização para aposentados, pensionistas e idosos no Rio Grande do Sul, que é uma iniciativa da FETAPERGS em parceria com a Secretaria Estadual da e Direitos Humanos, através do secretário Fabiano Pereira e do INSS, via seu presidente nacional, o gaúcho Mauro Hauschild.

Os dirigentes presentes foram: o Presidente da FETAPERGS, Osvaldo Fauerharmel, o 1º Vice-presidente e Secretário da COBAP, Moacir Meirelles de Oliveira, o 2º Vice-presidente Erlon Caetano de Souza, 3° Vice-presidente, José Pedro Kuhn e o Secretário Leo Carlos Altmayer.

Representando as associações prestigiaram o evento, Diretores das associações da AURA (Associação Única dos Rodoviários Aposentados RS), de Porto Alegre, ATAPEC (Associação Beneficente Aposentados e Pensionista de Canoas), Camaquã, Cruz Alta, Guaíba, Gravataí, Lajeado, Minas do Leão, São Leopoldo, Sindicato dos Ferroviários de Porto Alegre, Associação dos Aposentados e Pensionistas de Santa Cruz do Sul (APOPESC), São Sebastião do Caí, Sobradinho, Sapucaia do Sul, Soledade, Tramandaí e Taquara.

Esse projeto (ainda em fase de estudos de viabilidade técnica) é de autoria do assessor jurídico da Federação, Dr. Vilson Trapp Lanzarini. Prevê a realização de seminários regionais para levar informações a aposentados, pensionistas e trabalhadores de todo o Estado, através de ações dos Conselhos Municipais do Idoso.

De acordo com o presidente Osvaldo, uma vez que o projeto seja analisado e posteriormente aprovado, virá ao encontro aos interesses da FETAPERGS, que procura levar a todos os aposentados informações e mais benefícios à categoria.

João Sadi Krug foi representar a Associação dos Aposentados do centro Serra.

sábado, 27 de agosto de 2011

RGPS: MAIS SUPERÁVIT

RGPS: Previdência urbana tem novo recorde com arrecadação de R$ 19,3 bilhões Em julho, o superávit do setor foi de R$ 2,2 bilhões 25/08/2011 - 12:36:00

Da Redação (Brasília) - A Previdência Social registrou o sexto superávit do ano no setor urbano. Em julho, o saldo entre arrecadação e pagamento de benefícios foi de R$ 2,2 bilhões – aumento de 75,3% em relação ao resultado de julho do ano passado. O valor leva em conta o pagamento de sentenças judiciais e a Compensação Previdenciária (Comprev) entre o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e os regimes próprios de Previdência Social (RPPS) de estados e municípios. Os números foram divulgados há pouco pelo ministro da Previdência Social, Garibaldo Alves Filho.

A arrecadação líquida urbana passou de R$ 17,6 bilhões, em julho de 2010, para R$ 19,3 bilhões, em julho deste ano – crescimento de 9,8%. É o maior valor da série histórica (desconsiderando-se os meses de dezembro, nos quais há incremento significativo de arrecadação por causa do décimo terceiro salário). "Este foi o melhor mês de julho em termos de arrecadação, desde 1999", disse o ministro Garibaldi Alves Filho. O patamar de crescimento é superior ao das despesas com pagamento de benefícios, que em relação a julho do ano passado aumentaram 4,7% - passaram de R$ 16,3 bilhões para R$ 17,0 bilhões.

No acumulado do ano, o saldo positivo no setor urbano soma R$ 8,7 bilhões – um crescimento de 239% em relação ao mesmo período do ano passado, quando o acumulado foi de R$ 2,5 bilhões. Garibaldi Filho ressaltou que este foi o maior valor acumulado desde o ano de 2004.

Rural – A arrecadação líquida rural cresceu 6,2%, em julho, na comparação com o mesmo mês do ano passado. Foram arrecadados R$ 442,1 milhões. Em relação a junho deste ano, quando foram arrecadados R$ 465,0 milhões, houve queda de 4,9%.

O pagamento de benefícios para o segmento rural se manteve estável, em relação a junho, com leve aumento de 0,4%. Foram gastos R$ 4,7 bilhões. Se comparado a julho de 2010, houve crescimento de 7,3%.
A diferença entre arrecadação e despesa gerou necessidade de financiamento para o setor rural de R$ 4,3 bilhões – 7,4% mais que no mesmo mês do ano passado.

A FRENTE informa 096 - 2011 ( AGT 26- )

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

DINHEIRO PARA EUA, INDUSTRIA E BANCOS

Governo não paga aposentados, mas empresta dinheiro para os EUA, a indústria e dá lucro para bancos

O governo não tem compromisso com os aposentados, vetou o aumento real alegando mais uma vez que não existe dinheiro para pagar. É mentira! Enquanto essa injustiça social vai acontecendo, o Brasil é o quarto maior credor da dívida dos Estados Unidos da América, ou seja, estamos emprestando dinheiro para os americanos, que são a maior economia do mundo e o único país que fabrica dólar para o mundo inteiro.

Além disso, o governo já tinha emprestando muito dinheiro também para o FMI.Após o absurdo veto ao aumento real para os sofridos aposentados e pensionistas do Brasil e mais a proposta descabida de aumentar o tempo de contribuição para a concessão das novas aposentadorias a Presidenta Dilma mostrou que não conhece economia e a verdadeira situação da Previdência Social.

Então, vejam quais são os dados verdadeiros:- Sonegação na Previdência: R$ 40 bilhões ao ano- Perda de receita com renúncias previdenciárias: R$ 21 bilhões ao ano- Saldo do Fluxo de Caixa do INSS em 2011: R$ 11 bilhões- Superávit da Seguridade Social nos últimos 10 anos: R$ 470 bilhões. Basta somar para verificar quanto dinheiro foi desviado da Previdência Social e dos aposentados e pensionistas do Brasil para facilitar a vida dos banqueiros, dos empresários e para pagar os juros da dívida pública.

E, além disso, foi feita uma recente desoneração da folha que vai acarretar perdas de mais de R$ 5 bilhões para a Previdência Social.O Fator Previdenciário sempre foi um grande erro econômico e social, porque não resolveu nada e deixou os aposentados e pensionistas na miséria. Trocar a sua extinção pelo aumento do tempo de contribuição é muito pior.

A única reforma que a Previdência precisa é de uma reforma moral, ou seja, que o governo pare de desviar os recursos da Seguridade Social para financiar a indústria e os bancos.

Maurício Oliveira – Assessor econômico

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

TRAIDORA.

Dilma é traidora dos aposentados,

diz o presidente da COBAP

Para acabar com o Fator Previdenciário, o governo elaborou três propostas que prejudicariam igualmente aqueles que fossem se aposentar pelo Instituto Nacional de Seguridade Social – INSS, entre elas a proposta de aumentar em 7 anos o tempo de contribuição.

De acordo com o Ministério da Previdência, se a proposta for aprovada, o mínimo de contribuições poderá passar de 30 para 37 anos para mulheres e de 35 para 42 anos para os homens. Além dessa, o governo estuda também criar a idade mínima de 60 anos para mulheres e 65 anos para os homens que forem se aposentar ou aplicar o fator 85/95, que concede aposentadoria integral quando a soma da idade com o tempo de contribuição der 85 para mulheres e 95 para homens.

O presidente da Confederação Brasileira de Aposentados e Pensionistas – COBAP, Warley Martins, afirma que nenhuma das propostas valoriza as aposentadorias e pensões. “Assim como o Fator Previdenciário, as novas propostas do governo prejudicam os trabalhadores que vão se aposentar. Se aceitarmos que o governo aumente cada vez mais o tempo de contribuição, logo o brasileiro não terá mais direito de se aposentar”, ressaltou.

Ainda ontem, 15, a presidente divulgou veto à emenda da Lei de Diretrizes Orçamentárias – LDO que contemplava aposentados e pensionistas. Assim como a COBAP, as Centrais não concordam com as propostas de substituição do Fator e muito menos com o veto. “Dilma é traidora dos aposentados. Em todas as oportunidades de melhoria para nosso segmento, ela nos prejudica”, finalizou Warley Martins.

Aposentados 16/8/2011 10:18:54 » Por Livia Rospantini


Troca de aposentadoria

Troca de aposentadoria só valerá na Justiça

Luciano Bottini Filho
do Agora

Apenas os segurados com processos na Justiça poderão se beneficiar com o resultado de uma ação que o STF (Supremo Tribunal Federal) vai julgar, ainda neste ano, sobre a possibilidade de troca de benefício (desaposentação) quando o aposentado continua trabalhando e contribuindo com o INSS.

Isso porque após uma decisão favorável do STF, a Previdência não será obrigada a aceitar a troca nos postos, mas não poderá contestar o direito na Justiça.

Como o resultado no Supremo ainda é incerto, advogados recomendam cautela antes de entrar na Justiça, fazendo os cálculos com um especialista para saber se a troca compensa. Porém, quem for à Justiça logo poderá garantir atrasados maiores, caso o Supremo conceda a revisão.