terça-feira, 1 de abril de 2014

PRESIDENCIÁVEIS SOFREM DE AMNÉSIA.



PRESIDENTE DA COBAP ORIENTA APOSENTADOS A FICAR DE OLHO NA PROMESSA DOS PRESIDENCIÁVEIS




Está escrito no dicionário que Amnésia é a perda de memória que pode ser total ou parcial, constante ou episódica, temporária ou permanente dependendo das causas.
Durante as últimas décadas essa doença parece ter infectado a maioria dos políticos brasileiros.
Assistindo há poucos dias as propagandas eleitorais na TV observei algo interessante e entristecedor: os pré-candidatos à Presidência da República nem mais se preocupam em apresentar propostas para tentar melhorar a vida dos aposentados.
Eles só usam o velho discurso de melhorar a Saúde, a Educação e o setor de Segurança Pública.
Até agora ainda não surgiu um presidenciável que seja merecedor do voto dos aposentados e pensionistas brasileiros.
Espero que esses senhores e senhoras acordem em tempo e formatem estratégias administrativas sérias para ao menos minimizar o sofrimento vivido por milhões de idosos da nossa Nação.
A COBAP e suas entidades filiadas, sejam federações ou associações, estarão de olho em todos os candidatos nas eleições vindouras, sejam deputados estaduais, distritais, federais, senadores, governadores e principalmente nos presidenciáveis.
Vamos anotar suas propostas, cobrar as promessas e fiscalizar seus futuros atos administrativos.
Espero que Deus ilumine a mente dos futuros governantes brasileiros e sensibilize seus corações para que coloquem em prática uma série de políticas públicas que de fato melhorem a qualidade de vida dos mais de 30 milhões de beneficiários do INSS.
Anular o voto não resolve.
É necessário votar no melhor candidato, ou então no menos pior!
* o autor deste artigo é ex-sindicalista e Presidente da Confederação Brasileira de Aposentados, Pensionistas e Idosos (COBAP)



quarta-feira, 26 de março de 2014

ARRECADAÇÃO TRIBUTÁRIA.




ARRECADAÇÃO TRIBUTÁRIA CRESCE, GOVERNO GASTA MAL E APOSENTADOS NÃO GANHAM NADA.




O valor pago pelos brasileiros em impostos federais, estaduais e municipais no ano de 2014 já soma R$ 400 bilhões. A marca foi registrada nesta segunda-feira (24 de março), segundo o “Impostômetro” da Associação Comercial de São Paulo (ACSP).
 
Como tem sido a tônica nos últimos anos, os tributos continuaram a crescer acima da expansão da atividade econômica, apesar das desonerações realizadas. Isso sugere que a carga tributária segue aumentando. Aproveitando desse fato o Governo continua gastando muito, apesar de prometer reduzir despesas orçamentárias junto à grande mídia.
 
O total de impostos pagos pelos brasileiros também pode ser acompanhado pela internet, na página do Impostômetro. Na ferramenta, criada em parceria com o Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT), é possível acompanhar quanto o país, os estados e os municípios estão arrecadando em impostos, e também saber o que dá para os governos fazerem com todo o dinheiro arrecadado. Por exemplo, quantas cestas básicas são possíveis fornecer, quantos postos de saúde podem ser construídos.
 
O Impostômetro encerrou o ano de 2013 com a marca recorde de R$ 1,7 trilhão. A carga tributária brasileira subiu para 36,42% do Produto Interno Bruto (PIB) no ano passado, ante um peso de 36,37% do PIB em 2012.
 
Enquanto os impostos crescem e o governo gasta sem definir prioridades sociais, os aposentados e pensionistas continuam amargando uma vida de achatamento salarial e muita dívida.


Maurício Oliveira – Assessor econômico